oS ANIMAIS SIGNIFICAM:

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cascavel

A cascavel é geralmente conhecida por possuir um chocalho na extremidade da cauda que utiliza para avisar os outros animais de que é melhor afastarem-se. Ao contrário do que se pensava, o número de anéis no chocalho da Cascavel, não é representativo da sua idade, ou seja, uma cascavel que possui dez anéis no chocalho não significa que o animal tenha dez anos de idade. Uma cascavel muda de pele entre duas e quatro vezes por ano e, de cada vez que isso ocorre, é acrescentado um novo anel ao chocalho.

São animais terrestres, com um ataque rápido e de longo alcance de mais ou menos um terço do seu comprimento. São ovo vivíparas, a sua cabeça é triangular, possui presas que injectam veneno no animal que por elas for mordido. Tem uma cor de fundo castanho claro, de tonalidades várias tonalidades.
Distribuição geográfica:
Este tipo de animais tem uma ampla distribuição geográfica, uma vez que existem em quase todo mundo. Sendo um motivo desta distribuição a enorme variedade existente destes animais. São responsáveis por um número avassalador de mortes humanas uma vez que coabitam os mesmos espaços, isto devido aos constantes alargamentos das povoações humanas que cada vez mais invadem território selvagem.
Alimentação:
A sua alimentação é feita a base de pequenos roedores que apesar da sua cegueira apanha com relativa facilidade uma vez que é auxiliada pelos sensores de calor e movimento que possui no cimo da cabeça. Após apanhar um desses Animais não existe fuga possível uma vez que o seu abraço da morte não permite que a refeição escape.


Comportamentos:
A reprodução deste tipo de animais é vivípara (através de ovos) e ocorre em um curto período que se estende de Novembro a Fevereiro. E em média nascem de desaseis a a vinte e quatro filhotes.
 É mais que um facto devidamente comprovado que as cascavéis são perigosas, mas não se pode afirmar que estes animais são agressivos, pois fogem rapidamente quando avistadas. Não procurando o contacto com os humanos.

Lígia Vieira

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